Os principais mitos na hora de procurar imóvel

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Os principais mitos na hora de procurar imóvel

Financiar imóveis pode ser uma ótima opção para quem deseja comprar um novo apartamento diante do atual período de recuperação do mercado. O programa Minha Casa Minha Vida, da Caixa Econômica Federal, por exemplo, possibilita o parcelamento em até 35 anos, ou seja, 420 meses.

Quando você busca financiar imóveis na planta ou pronto, existem diversas dúvidas que pairam durante todo o processo. Listamos abaixo alguns dos mitos que correm por aí e só servem para assustar sem motivo quem busca por um novo apartamento.

A Selic não impacta a procura por imóveis

É comum ouvir o termo “Taxa Selic” no noticiário, mas muitas pessoas acham que se trata de algo distante e relacionado apenas ao mercado financeiro. Grande engano. O Sistema Especial de Liquidação e de Custódia impacta diretamente em cada compra cotidiana envolvendo desde uma balinha na venda até um imóvel.

A Selic é utilizada pelo Governo Federal – por meio do Copom (Comitê de Política Monetária) – para incentivar ou desacelerar o consumo e, consequentemente, controlar a inflação.

Isso significa que , quando a Selic está baixa, o consumo cresce, devido à disponibilização de  maiores ofertas de créditos pelos bancos. Já quando está alta, toda a cadeia produtiva do país fica mais cara e menos pessoas gastam dinheiro.

Portanto, um período de taxa de juros baixa é propício para o financiamento imobiliário, considerado  um investimento a longo prazo com altos valores.

Lembrando que logo no início deste ano a Selic atingiu 6,5% – o menor índice desde 1996.

Os principais mitos na hora de procurar imóvel

O FGTS não pode ser mais ser sacado para comprar um imóvel

O FGTS, sigla para Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, é um verdadeiro “porto seguro” do trabalhador diante do desemprego.

No fim de 2016 o governo anunciou, por meio da medida provisória 763/2016, a liberação para as pessoas sacarem  contas não-ativas desse recurso, cuja soma total era de, aproximadamente, R$ 30 bilhões.

Consequentemente,  uma série de boatos de que a medida tiraria a possibilidade do trabalhador sacar o dinheiro para financiar o imóvel foi lançada. No entanto, o  dinheiro do fundo ainda pode ser retirado em condições específicas, como é o caso do financiamento imobiliário.

Todo financiamento é igual

Este é um engano comum e que muitas pessoas caem. Financiar um imóvel não é um processo uniforme e pode variar a depender de cada um, já que existem diversas opções de pagamento, amortização, cálculos de juros, etc.

Por isso é altamente recomendado que, antes de qualquer contrato ser assinado, os clientes contratem consultorias especializadas no financiamento de imóveis  para ajudar neste processo.

Dentre os principais tributos responsáveis por corrigir as prestações de um imóvel, podemos citar o INCC (Índice Nacional de Custo de Construção) e o o IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado).

Enquanto a primeira leva em consideração apartamentos ainda em obras, o segundo têm mais influência quando os mesmos já estão prontos. .

Outro exemplo é em relação aos tipos de amortização. Hoje em dia, as duas mais usadas são o SAC (Sistema de Amortização Constante) – cujas parcelas são decrescentes -; e a, Tabela Price, que possibilita que as prestações tenham um valor fixo durante todo o processo.  

Os principais mitos na hora de procurar imóvel

Compra de imóveis é um mal negócio em período de crise 

Apesar das crises econômicas que o Brasil atravessa, a compra de imóveis na planta é uma boa opção em qualquer momento.

No entanto, é importante se ter em mente que este é um investimento seguro e com baixo risco se comparado com outros métodos e é um setor que sobrevive bem aos períodos de crise.

Gostou desse artigo? Quer saber mais sobre o mercado imobiliário? Então acesse o nosso blog e aprenda com a Benvenuto.

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