Conheça as vantagens de fechar um contrato no programa Minha Casa Minha Vida

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Conheça as vantagens de fechar um contrato no programa Minha Casa Minha Vida

Muitos brasileiros tem o sonho de sair do aluguel e comprar a casa própria, mas nem sempre isso é possível pelo alto valor das prestações que se prolongam por vários anos. Por isso, na última década, o Governo Federal lançou o programa Minha Casa Minha Vida, que inicialmente atendia somente os brasileiros de baixa renda e, atualmente, foi expandido para englobar uma parcela maior da população atendendo os trabalhadores de classe média.

O programa prevê um auxílio no governo para comprar terreno, casa e apartamento que não ultrapasse o valor de R$ 300 mil. As taxas de juros são diferenciadas levando com consideração o poder aquisitivo das famílias, a renda mensal e até mesmo, a localização do imóvel que o cliente pretende financiar.

Se você quer saber mais sobre este programa do governo e as suas possibilidades, não deixe de acompanhar este post até o fim, você vai entender como funciona o Minha Casa Minha Vida e as suas vantagens. Vamos lá?

O que é o Minha Casa Minha Vida?

Você está olhando vários apartamentos à venda, mas não sabe como fazer a negociação para financiar esse imóvel da forma mais barata disponível no mercado? É porque não conhece o programa Minha Casa Minha Vida do Governo Federal.

Em meados de 2009, para ajudar a população brasileira a fugir do aluguel o governo lançou esse programa que garante taxas mais baixas de juros e prazos mais acessíveis para financiamento de imóveis.

Para garantir o direito igual a moradia para todos, as famílias com renda bruta de até R$ 4 mil têm mais benefícios nesse programa, já que a base da assistência é quanto menor for a renda da família, maior será o auxílio do governo. Mas os quesitos como localização e número de membros na família também podem ajudar na definição dos benefícios, que são concedidos após a análise de cada caso especificamente.

Quem são os beneficiários desse programa?

As necessidades de cada família são avaliadas de forma individualizada. Com base na renda bruta média os beneficiários são inseridos em quatro faixas diferenciadas de assistência do programa.

Faixa 1: famílias com renda de até R$ 1.800 que são cadastradas diretamente na prefeitura da cidade. Elas podem ter acesso a imóveis com financiamento de até 90%, onde o pagarão pela sua moradia em 120 prestações, cobradas mensalmente e são isentas de juros.

Faixa 1,5: para as famílias com renda de até R$ 2.600 é concedido um subsídio de até R$ 47.500 para o financiamento de casas ou apartamento com o valor máximo de R$ 135 mil. Dentro dessa faixa é cobrada uma taxa de juros anual média de 5%, que pode variar de acordo com a localização do imóvel.

Faixa 2: famílias com rendimento de até R$ 4 mil podem obter um subsídio de até R$ 29 mil na compra do imóvel de até R$ 135 mil, com taxas de juros anual que varia entre 5,5% e 7%, variando de acordo com a renda, imóvel e o uso de FGTS como parte do pagamento.

Faixa 3: as famílias de classe média com renda bruta mensal de até R$ 9 mil também podem ter acesso aos benefícios do programa, porém as taxas de juros anual variam entre 8,16% e 9,16%, também influenciadas pela localização do imóvel, FGTS e renda.

Alguns benefícios e vantagens do programa

Para quem está procurando uma das casas para comprar e está disposto a financiar o imóvel pelo Minha Casa Minha Vida, automaticamente irá se beneficiar por ser um programa social do Governo Federal voltado para a população que até então não possui o seu imóvel próprio.

Como as linhas de crédito do programa visam o bem-estar social, para evitar problemas quando o responsável pelo financiamento passa por situações como desemprego, diminuição renda, invalidez ou morte, é obrigatória a contratação de um seguro para o período de financiamento.

Apesar do imóvel estar financiado em nome do proprietário, como garantida de pagamento, o programa prevê que o bom seja dado ao governo como garantia de pagamento. Somente ao final do contrato é que a documentação de transferência é realizada para o nome do proprietário, que passa então a ser de fato o dono do imóvel.

Mas neste meio tempo, se não for possível pagar as parcelas, o seguro pode ser acionado por diversas vezes, nos seguintes casos abaixo:

Desemprego

Caso o beneficiário do programa esteja em situação de desemprego, o FGHab, seguro contratado obrigatoriamente, cobre a quitação de 3 parcelas da prestação, podendo ser prorrogado por mais 3 meses. Porém, esses valores deverão ser pagos ao final do contrato. Ao longo do período o beneficiário pode ser socorrido pelo seguro quantas vezes forem necessárias, porém não podem ultrapassar o prazo de 3 anos ou 36 meses.

Redução da renda

Em caso de reajuste de renda familiar, o beneficiário continua pagando as prestações com o equivalente a 30% da sua renda, o resto do valor deve ser custeado pelo seguro para a quitação das prestações mensais até que as finanças familiares se estabilizem novamente.

Morte ou invalidez

Em caso de morte, os herdeiros podem solicitar junto a Caixa Econômica a quitação total ou parcial do saldo devedor do imóvel. Em caso de invalidez permanente, o beneficiário que não recebe o auxílio-doença pode ter a dívida quitada pela seguradora.

No caso da invalidez por doença, se ela for preexistente anteriormente a assinatura do contrato o seguro não tem a obrigação de cobrir o saldo devedor.

Gostou deste artigo sobre as vantagens de fechar um contrato do programa Minha Casa Minha Vida? Então que tal você aproveitar a sua visita ao nosso blog e compartilhar este post com os seus amigos por meio das suas redes sociais! Afinal, para quem quer sair do aluguel, essas informações são muito importantes na hora de fechar um negócio e comprar a casa própria.

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