Olá, tudo bem? Meu nome é Rafael Milagre e eu vou começar esse artigo explicando porque assumimos a missão de mudar o cenário do mercado imobiliário brasileiro e como vamos fazer isso. Se você está cansado de ver mais do mesmo então você vai querer ler até o final.

Não estou falando sobre plantões de imóveis, maquetes, panfletos e nem mesmo de drones, fotos em 360º ou realidade aumentada. Estou falando de resolver as dores de profissionalização do mercado e de entregar o valor correto a todas as pessoas que querem comprar ou vender imóveis.

Como sabem nós fundamos a Benvenuto, uma startup do mercado imobiliário, e até pouco tempo atrás tentamos realizar a nossa missão através de uma plataforma de negociação direta. Decidimos fazer uma grande mudança, mas mantendo como sempre o que viemos para fazer no mercado, como nossa missão. Queremos:

Revolucionar o mercado imobiliário permitindo que as pessoas negociem imóveis com rapidez, segurança e economia.

E por qual motivo essa ideia maluca nos veio na cabeça? Independente da profissão que você executa hoje no mercado você deverá concordar com os problemas que identificamos como as maiores dores das pessoas:

  • Dificuldade para adquirir crédito devido ao atual cenário econômico do país
  • Soluções tecnológicas voltadas apenas para imobiliárias e construtoras e não para o consumidor final
  • Atraso tecnológico no mercado imobiliário. Sites e plataformas ultrapassadas
  • Falta de profissionalismo no mercado imobiliário
  • Alto valor de comissão (6% do valor do imóvel)

Como já deixei em destaque o que mais nos incomodava e também aos clientes do mercado é a falta de profissionalismo do mercado. Mesmo que você seja um corretor de imóveis devidamente credenciado junto ao CRECI e com vários cursos seja na área de finanças, jurídica ou de gestão você deverá concordar com o que eu estou dizendo ao me responder uma simples pergunta:

Quantas pessoas que você conhece que estão pensando em entrar na faculdade ou estão cursando uma faculdade pensando em atuar como corretor de imóveis?

Triste, mas verdadeiro. A profissão de corretor de imóveis não é uma profissão que as pessoas querem se profissionalizar, estudar e entregar o melhor serviço ao cliente. Clientes, esses, que são as pessoas que querem comprar, vender ou alugar um imóvel.

Apesar dos imensos esforços de profissionalização de entidades como o CRECI, a falta de profissionalismo, em geral, dos trabalhadores faz com que as outras dores sejam mais fortemente percebidas, como por exemplo, o alto valor da comissão.

Ele é mesmo alto? Ou profissionais que são mal preparados transmitem uma falta de valor do trabalho e causam esse sentimento nos proprietários que são os pagadores da taxa.

Infelizmente quem sofre com o preconceito em relação a profissão de imóveis é aquele profissional que faz por merecer, conhece todas as suas tarefas, domina uma apresentação de um imóvel, sabe conduzir uma negociação do início ao fim e preserva sua moral e ética em suas ações.

Sim, esse profissional tem um destaque e uma segurança financeira mesmo em tempos de crise pois o profissional excelente fica na cauda da curva média, e à direita. Ele não segue os padrões de mal atendimento, de falta de ética e moral e de uma negociação mal feita. Ele consegue se destacar e é premiado por isso.

E por que uma pessoa se torna corretor de imóveis?

Voltando mais uma vez às dores mencionadas no mercado imobiliário atual, podemos perceber um atraso tecnológico em um setor que movimenta bilhões. E como isso?

Se levantarmos uma estatística de idade dos profissionais do mercado imobiliário ele com certeza não será o mercado mais jovem. Com certeza os setores de TI e Publicidade tem uma média de idade muito abaixo do setor imobiliário e isso tem uma grande correlação com as inovações do setor.

Está duvidando de mim? O Google me ajuda a te convencer:

google

E quem são as novas pessoas que se aventuram nesse mercado? Quem são os jovens que decidem se profissionalizar e entrar para vencer seja vendendo ou administrando imóveis?

Você com certeza tem um caso próximo que pode exemplificar o que eu estou dizendo, mas o mercado imobiliário é quase movido por gerações entre famílias. Empresas familiares em que o negócio passou do avô, para o pai e o filho está estudando para assumir.

Não posso fugir do exemplo, gosto do mercado imobiliário desde cedo por influência do meu pai que começou como corretor de imóveis e chegou a ser dono de uma imobiliária em Belo Horizonte.

O mercado imobiliáriou mudou!

O mercado imobiliário sofreu grandes mudanças econômicas nos últimos anos com um aumento grande nos preços em um pequeno prazo. Juros básicos da economia em patamar baixo, crédito imobiliário farto, barato e por longo prazo, emprego e renda crescentes, simulação de demanda aquecida no presente em troca de super- estoque no futuro (vendas para aqueles que não terão condições de manter o pagamento ao longo dos anos e gerarão devoluções ou cancelamentos em volume anormal), volume anormal de especuladores e por fim, muita desinformação. Este conjunto de fatores levou a um crescimento dos preços dos imóveis de forma rápida.

Se olharmos para a SELIC, ela deveria estar maior (com inflação menor que a de abril/15 tempos atrás, SELIC estava bem maior). Da mesma forma, o juros do crédito imobiliário dos bancos públicos também está menor do que deveria.

Olhando para meta da inflação, o Governo dobrou o prazo para atender o centro da meta (deveria ser dezembro/2015 e foi para dezembro/2016) e, ainda assim, as apostas são que não conseguirão chegar ao centro da meta ao final de 2016.

É por tudo que consta acima que a possibilidade do Governo fazer novas maquiagens para auxiliar o segmento imobiliário está fora de cogitação, eles já estão no limite do gradualismo, não podem ceder em mais nada e não há mais como transferir dinheiro de Tesouro para CEF ou outras ações deste tipo; até para não abrir precedentes e perda de confiança em larga escala.

Lembrando que neste contexto, como o próprio Levy destacou recentemente, é o “sistema” quem deverá servir de fonte do financiamento para o crédito imobiliário. Em outras palavras: poupança e outras aplicações financeiras ou FGTS.

A poupança, como sabemos, está tendo seu saldo consumido rapidamente. A crise e os saques da poupança por necessidade das famílias estão só no começo e mesmo que desviassem outras aplicações financeiras para subsidiar o crédito imobiliário (abrindo “buraco” no financiamento de outros segmentos), estas outras aplicações financeiras tem rendimento maior, portanto, os juros do crédito imobiliário teriam que aumentar ainda mais e isso não combina com preços super-inflados dos imóveis.

Só no estado de São Paulo, são cerca de 22 mil imóveis estocados em excesso em relação ao nível normalizado.

Amigos e parentes reclamam da enorme dificuldade de se comprar um apartamento, mesmo que de um ou dois dormitórios. O banco não libera as linhas de crédito, a parcela do financiamento ficou grande demais para caber na renda mensal.

E o que a mudança de mercado fez nas imobiliárias tradicionais?

Isso fez com que a caixa de e-mail dos clientes ficassem lotadas todos os dias com ofertas aparentemente irrecusáveis dos seus corretores. Era sempre pegar ou largar, mas a ideia de urgência desse mercado já acabou e isso só transmitia incômodo para quem realmente queria comprar um apartamento.

Com a queda do mercado imobiliário como um todo foi fácil perceber que quem não estava preparado para essa mudança sentiu rapidamente os seus efeitos e algumas imobiliárias começaram a fechar as portas. Com certeza as grandes e estruturadas empresas conseguiram se manter mesmo com uma “crise” no setor e com suas receitas em queda.

Isso também causou uma grande fuga dos “profissionais” que apareceram nos tempos de ouro do mercado imobiliário onde parecia ser fácil se tornar um “corretor de imóveis” – que eu prefiro chamar de mostrador de apartamento nesses casos – e mais uma vez os bons profissionais foram premiados e se mantiveram em seus cargos durante a tempestade.

O mercado mudou e o consumidor mudou mais ainda!

O consumidor mudou. O seu comportamento também. Essas duas frases são genéricas, mas de fato elas são verdadeiras, vamos a exemplos:

Graças a tecnologia hoje a maior empresa de transporte privado não possui um carro, a maior rede de aluguel de temporada não possui um apartamento, a maior biblioteca não possui um livro, a maior rede de fotografia do mundo não possui um fotógrafo.

Sim, estou falando de empresas como UBER, AirBNB, Google e Instagram.

Empresas que todos vocês conhecem e que mudaram a maneira como consumimos, como entendemos e como valorizamos um produto.

A cinco anos atrás você imaginaria que uma empresa poderia colocar em risco o futuro do monopólio dos taxistas? E hoje? Você acredita que o UBER mudou o mercado de transporte? Deixo com você a reflexão. Vamos em frente.

Hoje o consumidor é muito mais antenado ao comprar uma blusa, um carro, um presente. Ele poderá acessar blogs, visitas páginas na internet, comparar preços, mandar um whatsapp para um amigo.

Tudo isso, meu amigo, acontece em segundos. Ele vai reunir uma infinidade de informações e vai tomar a decisão que resolverá o seu problema.

E se todo esse processo é feito para comprar uma simples blusa, imagina para comprar o apartamento do seu sonho? Ele vai pesquisar, vai querer ver as fotos, vai querer ler sobre, conferir a localização e adquirir todo tipo de informação que o ajude no processo de tomada de decisão.

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Mas diferente de comprar uma blusa, o imóvel você não compra pela internet. AINDA não existe venda online de imóveis, as pessoas precisam ver, sentir o espaço, visitar a rua, o bairro, serem bem atendidas, participarem de uma negociação, serem informadas sobre o mercado e receberem uma consultoria de qualidade. Esse é o papel do corretor de imóveis.

Como vamos realizar a nossa missão

Agora que você já entendeu a nossa missão, já apresentei as dores do mercado, o cenário econômico e como os consumidores se comportam nos dias de hoje, quero te apresentar um novo modelo que decidimos adotar para entregar o nosso valor a quem é o maior interessado em toda essa discussão: quem quer comprar, vender ou alugar um imóvel. E foi por isso que a Benvenuto nasceu: para melhorar a vida das pessoas.

Decidimos que no ano de 2016 vamos atuar como uma imobiliária. Mas não uma imobiliária comum. Nós mesmos nos chamamos de imobiliária do futuro. Estamos unindo três coisas que acreditamos ser essencial para a construção de um futuro melhor:

Corretores altamente preparados + Tecnologia e Cultura + Nossos clientes

Agora eu quero falar um pouco mais sobre cada um desses pontos para que você entenda como não somos imobiliária tradicional.

1 – Corretores altamente preparados

Prestamos o melhor serviço de intermediação imobiliária já visto no Brasil. Esse serviço, com profissionais selecionados e cuidadosamente analisados, permite que o valor de consultoria imobiliária seja passado para o cliente de uma maneira diferente e única. Só é possível superar tantos desafios com pessoas capazes de realizar e que querem experimentar um novo modelo de trabalho.

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O ou A Agente Benvenuto fica responsável por realizar o atendimento ao cliente no padrão exigido pela Benvenuto. Algumas das características desse atendimento são:

  1. Roupas profissionais
  2. Atendimento personalizado
  3. Buscar o cliente em casa
  4. Definir área de atuação
  5. Avaliação do consumidor

E esse corretor terá benefícios como:

  1. Não precisar trabalhar em um local físico, ser o próprio chefe
  2. Ter a equipe Benvenuto como suporte na negociação e em toda burocracia do processo de compra e venda
  3. Treinamentos e qualificação (Captação, venda, atendimento, negociação, gestão, etc…) no padrão Benvenuto!
  4. Prêmios e recompensas
  5. Remuneração de até 60% do valor líquido da comissão

É necessário para ser agente Benvenuto

  1. Capacidade de locomoção
  2. Possuir registro no CRECI
  3. Ser um profissional autônomo

2 – Tecnologia e Cultura

A Benvenuto tem em seu DNA a tecnologia. Com dois sócios desenvolvedores a paixão por tecnologia já vem de berço. Gostamos de criar a melhor experiência online para compradores, vendedores e agora para os nossos parceiros corretores. Colocamos à disposição de todos uma plataforma online com uma experiência digital diferente do que existe no mercado hoje.

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Além de tecnologia nós valorizamos também a cultura! Cultura de excelência, de amizade, de família. De fazer você bater no peito com orgulho e falar que faz parte da Benvenuto, que veste a camisa da empresa e tudo isso não acontece de uma forma tradicional ou burocrática.

3 – Nossos clientes

O motivo da nossa entrada do mercado. Mais uma vez eu repito, melhorar a vida das pessoas.

Se você é uma pessoa que pretende comprar ou vender um imóvel, nós somos comprometidos em mudar a sua experiência de compra e venda.

Nossa equipe é cuidadosa para saber como está o atendimento de cada agente Benvenuto, o que você está achando em cada processo e vamos realizar o seu sonho de uma maneira diferente! Além disso, de um jeito Benvenuto vamos te retribuir em produtos – sim PRODUTOS – para sua casa nova simplesmente por ter fechado um negócio pela nossa empresa. E isso não custa um centavo do bolso do corretor!

Entendeu? Ainda não? Dá só uma olhada então:

Funcionamento - Benvenuto Belo Horizonte

Como a imobiliária online está hoje? Quer fazer parte do nosso time?

A Benvenuto já atua em Belo Horizonte pelo site www.benvenuto.com.br e está montando o melhor time de profissionais para fazer parte da nossa família. São vagas limitadas e estamos selecionando nas cidades de Belo Horizonte e Rio de Janeiro.

Se você tem interesse em fazer parte da mudança que pretendemos aplicar no mercado imobiliário, mudar sua carreira e ter a excelência como meta e também ser recompensado por isso, envie um e-mail para:

contato@benvenuto.com.br

Seja Benvenuto!

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Sobre o autor

Rafael Milagre

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CEO & Founder da Benvenuto, acumula experiência no mercado imobiliário a mais de 4 anos. Adora futebol, tecnologia e startups :) Anuncie seu imóvel grátis na Benvenuto: http://www.benvenuto.com.br